5 de mar de 2009

todos os clichês de uma ruptura, deveria ser. as águas de março acabando com o verão, com o meu verão, e umidade me dando o mofo de presente. nuvens carregadas num céu estranho e aqui por dentro borboletinhas amarelas rondando o umbigo. não entendo mais nada. e deveria fugir, correr, sumir e nem olhar pra trás, mas acho que estou fazendo justamente o contrário. refazendo planos antigos e ao mesmo tempo tão novos. é que de vez em quando eu desejo que esse país seja menor. bem menor.

5 comentários:

Cleyton disse...

é péssimo quando nos sentimos assim, tens azão. =D beijos.

Felipe Attie disse...

Menor, mais aconchegante... Quero um país pra dormir de conchinha.

Sr. Despedaça Corações disse...

A ruptura sou eu.

Mas estou longe de ser um clichê.

Madame Morte disse...

Lindo o post.Mas...conhecendo melhor o que a distância nos priva,muitas vezes pode fazer a disância preferível.

As borboletas são menos cruéis quando são larvas,apesar de devorarem tudo.O bom dos insetos é que eles não têm coração.

Kuriozza disse...

O bater das asas das borboletas retiram o mofo do coração. Isso é bom.