20 de jan de 2009

Carrego por dentro essa sensação exagerada de que não pertenço a mundo algum. trago bordado no peito o brasão dos desafinados, dos amadores verdadeiros. E fujo a cada promessa de amor.

13 comentários:

Cleyton disse...

Que denso. Olha, visse que te indiquei ao Prêmio Dardos? =D

Niña disse...

A sensação exagerada sentida...sinto tb...

adorei...

bjinho

Anna Flávia disse...

talvez a culpa da fulga seja de quem faz a promessa.


beijo.

doloridocolorido disse...

espere até o brasão arder a tua pele.

Wagner Marques disse...

a promessa do amor é uma vingança...

Davi disse...

Os amadores verdadeiros tem sensações exageradas sempre. E quando você diz não pertencer a mundo algum, me pergunto se o 'mundo' algum dia quis nos pertencer. Contando que o mundo seja alguém entende.
Não apenas denso, mas contem peso esses versos.

Emerson Souza disse...

Que bom saber que não estou sozinho nessa...
Bom texto e bjus.

Madame Morte disse...

E que mais são as promessas de amor se não ilusões?

Devemos ser do time que tenta viver a realidade baseado em iusões de realidade ilusória.O ciclo não termina nunca.

Não pertences à mundo algum,pois ÉS um mundo por si só.

Cristina Santos disse...

Nossa que lindo, não só esse post mas os outros também.. tudo com muito 'feeling'...
Beijos...
passarei por aqui ok...
beijos again

Diana Valentina disse...

tão feliz, eu!

Kuriozza disse...

Essa sensação também pertence a mim.

Murilo Lima disse...

Esse bordado vez ou outra aparece mesmo!
E afinal, escritor é um ser desafinado em seus ensaios sociais!

Adorei o texto!

beijos!

Aura Sacra Fames disse...

Sempre nos perguntamos onde estamos? de onde somos?...


Abraços
aurasacrafames.blogspot.com