24 de nov de 2008

eu sofro que algo que eu não sei classificar. e preciso fazer algo realmente errado pra poder sofrer por algo que tenha nome. obrigado, elliot smith.

22 de nov de 2008

meia hora de música e meia hora entre as páginas desse uni-verso de conhecimentos diversos. e quanto mais eu vou adiante mais eu lembro que meu caminho ainda é longo. tem tanta coisa que ainda quero saborear nessa vida. tem london, tem minas gerais, tem a garopaba, o rio, tem a bahia, tem o menino e suas luas escancaradas, as fotografias ainda em pensamento, os porres não programados, os amores vistosos, os beijos estremecidos, o jornal, o livro e os cinco filhos. tem tanta coisa ainda, baby.

19 de nov de 2008

não consigo explicar ainda, mas eram vários prédios enormes sem luz. e zumbis, índios e negros querendo me pegar. o concorrente de jornalismo me dizia que eu já era, filhodaputa. o objetivo era o show de lucas no meio do campo do sport de recife. - quem vai acreditar em mim? e no meio do caminho caio me fazendo um sanduíche de carne com alface americana. e eu corria, corria, corria entre os escombros dos prédios e com muito medo dos zumbis, dos índios não. objetivo alcançado. eu tava ali, atrás da arquibancada escutando a música e de repente corria e os meninos do quilombo( onde eu tava?) me avistaram e parecia o fim do mundo. de uma hora pra outra o jogo tinha acabado e eu estava atirando mamão maduro nos jogadores do outro time. e lucas me olha e diz: - porra, tu é foda cara, corre demais! ,mas a verdade é que eu dormi estudando o livro de história. e lucas santtana só porque me arrependi de não ter visto o show. caio era saudade e o sanduiche, fome. então, tá tudo explicado. merci.

11 de nov de 2008

Ai que saudades de Cuiabá! yeah!

7 de nov de 2008

Existem manias e manias. a que mais me assola é a vontade de deixar tudo minimamente limpo em dias ensolarados e não chega a ser toc, é só uma mania boa de quando meu coração precisa de uma distração do real. É a pia, o chão, a calçada, os panos de prato, tudo que puder ser limpo, será limpo. O coração não. Nele ainda vai reinar todos aqueles súbitos sentimentos de rejeição de sempre, quem vai saber se é real ou não? Nem mesmo a dona dele saberá e me pego sendo culpada de coisas que eu não fiz. E acredito de olhos fechados que a cabeça da gente é a responsável por tudo. Pela dor e pelo prazer, claro, quem pensa o contrário? E penso que de nada vai adiantar tanta culpa assim, sábados e domingos vão continuar vazios. As segundas feiras cheias de uma preguiça sem fim. As terças quentes e as quartas feiras continuarão a ser o meio da semana ruim. E eu só queria o brand new start, mas continuo limpando tudo sem intervalos, pra ver se limpa por dentro também.